27.3.26
A Gaffe dos pequenos sóis
›
Abro os olhos. Esfrego-os com raiva, estremunhada, e pequenos sóis passeiam à minha frente. À medida que recupero as cores, de costas para a...
25.3.26
A Gaffe quando é difícil
›
É difícil dizer-te o horário da chuva recolhida quando desesperas por bicicletas entre as flores. É difícil dizer-te o parto das aves no cor...
17.3.26
A Gaffe nas limpezas
›
A Gaffe veste uma coisita dos seus ilusórios tempos de Jean-Paul Gaultier e decide levar a bom porto a pesadíssima tarefa que iniciou algure...
16.3.26
A Gaffe vagamente entrelaçada
›
O amor é um verbo com acento. É a invenção da loucura acima da síntese instável dos sistemas, onde comungamos no rosto que o fogo preside, q...
14.3.26
A Gaffe a anoitecer
›
Eu já não tenho ideias. Tenho paredes. Eu, a náufraga da deambulação fundeada na praça entre torres e cavidades lunares, afogando entardec...
13.3.26
A Gaffe engravatada
›
Creio que amizade é como aquela gravata indispensável aos domingos quando se fundam as náuseas da existência. O simples facto de vestirmos a...
12.3.26
A Gaffe bailando
›
Como gostava agora de dançar! Dançar em todas as palavras, como quem já morreu com as palavras todas. Juro que perdia a vergonha. Juro que n...
11.3.26
A Gaffe em movimento
›
Corro à procura do sossego, como se a imobilidade me ferisse ou desbravasse os gestos, esgadanhando o meu estar parada a ser. No entanto, ...
6.3.26
A Gaffe sem armas
›
O Douro é o exílio que no milagre me oferece a revelação de uma beleza atroz, capaz de magoar as próprias lágrimas. Terras que de tão assomb...
5.3.26
A Gaffe com Lobo Antunes
›
Desabotoava-me o coração. Suturava a minha Casa com palavras.
›
Página inicial
Ver a versão da Web