Quando o invasor - mesmo troiano e de disfarce equino - é alheio a nós, basta que haja, ali ao nosso alcance, a tecla da matança, que o vencemos. Mas quando é de nós que chega o invasor e é por nós - e em nós - que é disposto o cerco, não nos basta conhecer o exército que somos, é necessário saber montar cavalos de madeira e ter ao mesmo tempo nas nossas mãos que os erguem, o fogo para os queimar.
