Se me estender na relva e adormecer sob este tempo incestuoso de claridade parda nas pestanas, sem destino projectado, sem reflexões definidas pelo desejo vibrando, acenderei o umbigo da treva e alcançarei o inextinguível, a concordância de todas as Ilhas devastadas.
Deixar esquecer.
Ninguém devia recordar. O esquecimento devia ser a porta da verdade.
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