As rosas a verterem um silêncio piedoso; um passinho de dança; Um queixume largo a baloiçar no sono; a vénia tímida dos plátanos no baptismo dos dedos; o leite aquecido na cómoda; as velas em laços de púrpura; os espelhos partidos com a força da boca; o correio perfumado na caixa dos sapatos; a fruta sanguinária entre a formiga e o açúcar; pinheiros vorazes na alameda; temporais súbitos em época balnear; estalidos nos corredores e tocattas inconstantes de tulipas de tensão baixa a espreitarem de mansinho.
Sou eu que estou a mais.